Acordei naquele noite meio que de repente.
Peguei o violão e aos poucos tentei dedilhar uma leve canção.
As aulas tem sido tão intensas que nem sempre consigo me desligar.
A música tem sido para mim a mais bela arte de sobreviver,
no meio desse mundo imundo.
A distração e satisfação invadem meu peito e transbordam;
Sentada ali na beira da cama, com qlq nota e qlq sensação,
surgem pensamentos;
e como uma carta endereçada, eu escrevo pra vc:
Voce foi o melhor pecado que cometi;
O acaso que persisti;
O beijo fulgaz que nao resisti.
è fácil para mim declamar pra vc, mas se vc quiser eu tbm posso agir...
Voce é quem escolhe o que quer ver e ouvir.
desobedeço suas regras, mas faço o teu jogo;
Sou eu quem decide quando acaba, quem enfrenta o outro.
Não devemos nada a ninguém. nem a nós mesmos.
Já que nunca existimos de verdade.
Mas, se somos um nada...
o que fazemos aqui????
Dou um suspiro, apoio o violão no canto da mesinha de cabiceira;
aonde tem uma foto sua...
Olho de relance, um instante e posso te sentir...
Já é tarde, até amanha
já que não somos de verdade;
se importa de vir domir?!
Minha autoria
11 de junho de 2007
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4 comentários:
Já que nunca existimos de verdade.
Mas, se somos um nada...
o que fazemos aqui????
Boa pergunta!
Obrigado pelo comentário que deixaste no meu «Labirinto de Olhares". Volta sempre!
Abraço,
Fernando Manuel
Oi, td bem?
Vc deixou um coment no meu blog pra Mari..rssr!
Bjs,
Rê!
Oie,
Que bom que gostou do meu blog, ele estará sempre atualizado!
Também com a inspiração que tenho! uiui
Tô brinkando, adoro0000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000 o Tico!
Passe lá..depois de novo! rs
Bêjo0s,
Rê!
Ola,
Muito obrigada.
Agora estou passando rapido, mais depois volto para ler os seus textos.
Bom fim de semana!
Beijos.
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